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27 de março de 2015

Tudo ou quase tudo sobre... Serotonina

Segundo o  Dr. Arthur Frazão (Médico), a  serotonina é um neurotransmissor que actua no cérebro regulando o humor, sono, apetite, ritmo cardíaco, temperatura corporal, sensibilidade à dor, movimentos e as funções intelectuais.

Quando a serotonina existe em baixa concentração, isso pode levar ao mau humor, dificuldade para dormir e vontade de comer o tempo todo, por exemplo.

Uma das formas de aumentar a concentração de serotonina na corrente sanguínea é consumindo alimentos ricos em triptofano, outra forma é praticando exercícios físicos com regularidade.

Sinais de que a serotonina está baixa

  • mau humor de manhã
  • sonolência durante o dia
  • inibição do desejo sexual
  • vontade de comer doces
  • comer a toda hora
  • dificuldade na aprendizagem
  • distúrbios de memória e de concentração
  • irritabilidade

Cansaço e ficar sem paciência facilmente, também podem indicar que o corpo precisa de mais serotonina na corrente sanguínea.

 

 Alimentos para aumentar a serotonina (ricos em triptofano)

  • Chocolate preto
  • Vinho tinto
  • Banana
  • Abacaxi
  • Tomate
  • Carnes magras
  • Leite e seus derivados
  • Cereais integrais
Mais exemplos em: Alimentos com mais serotonina.

Alimentos como estes devem ser consumidos diariamente, em pequenas porções, várias vezes ao dia. Um bom exemplo disso é comer um peito de frango grelhado com salada de tomate, ao almoço, e tomar 1 copo de vinho tinto, depois do jantar.
Os neurotransmissores representam os mensageiros do cérebro. São substâncias químicas que permitem que os neurónios passem sinais entre si e para outras células do corpo, o que os torna importantíssimos nas nossas funções vitais. Há muitas funções e muitos neurotransmissores, mas um deles merece destaque: a serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor produzido no tronco encefálico e desempenha um papel em muitas partes do organismo. Embora, lembra a neurologista Rosa Hasan, do Hospital São Luiz, todas as suas áreas de actuação ainda estejam a ser descobertas pela neurociência, estudos já apontam alguns lugares onde esse neurotransmissor age. 


 

Regulação do sono 

A serotonina é responsável pelo estado de vigília do nosso cérebro, ou seja, é ela que nos deixa em alerta. Para que uma pessoa tenha um sono adequado, ela age de duas formas diferentes:  regula a primeira fase do sono, chamada de "sono lento". No entanto, explica a neurologista Dalva Lucia Rollemberg Poyares, da Unifesp, para que a fase mais profunda aconteça - o sono REM -, esse neurotransmissor deve estar inibido.

 

Depressão e outros distúrbios de humor 

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a depressão não significa, exactamente, a falta de serotonina no nosso organismo. A crença talvez tenha vindo da efectividade da acção de antidepressivos que aumentam a disponibilidade do neurotransmissor no cérebro. A neurologista Dalva Lucia Poyares explica que, na verdade, o que acontece em casos de depressão, ansiedade e outros distúrbios afectivos, é que a transmissão de serotonina não está tão efectiva quanto deveria.
"Alguns antidepressivos actuam inibindo selectivamente a recaptação da serotonina, aumentando dessa forma a sua quantidade nos espaços entre os neurônios, facilitando a neurotransmissão. Isso faz com que a pessoa melhore o humor, diminuindo também a ansiedade e irritabilidade", pormenoriza o neurologista Roberto Godoy, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. "O medicamento não vai fazer produzir serotonina, mas fazer com que ela não seja degradada - funciona como inibidor da recaptação", completa a neurologista Rosa Hasan.



Enxaqueca 

Hoje, uma das chaves do tratamento da enxaqueca está na serotonina. Os remédios usados para tratar as dores - geralmente antidepressivos - influenciam os receptores da serotonina, diminuindo a sua recaptação. Com isso, a disponibilidade do neurotransmissor aumenta e, com ela, a disposição do indivíduo. Mais bem-disposto, as dores aliviam. Isso acontece porque, esclarece o neurologista Leandro Cruz, da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora, a serotonina é uma importante reguladora das vias sensoriais do nosso corpo, inclusive da via dolorosa. Quando há diminuição da recaptação, os estímulos também caem, o que leva à amenização da dor.
No entanto, esse tipo de tratamento não deve ser usado em qualquer caso. A neurologista Rosa Hasan diz que a medicação deve ser ministrada quando o paciente tem crises constantes, já que o remédio actua de forma preventiva.

A serotonina é um dos neurotransmissores responsáveis pelo humor. Estando com transmissão inadequada, é natural que o indivíduo se sinta irritado, mal-humorado, ansioso, impaciente, irritadiço, propenso a chorar etc. Melhorando a qualidade da transmissão, logo existe o alívio destes sintomas. O nível adequado de transmissão evita também casos de agressividade, já que o neurotransmissor está ligado ao controle de impulsos em nosso sistema límbico


Saciedade 

A relação entre saciedade e serotonina acontece no nosso hipotálamo. Em níveis normais de transmissão, o indivíduo alimenta-se normalmente. No entanto, lembra o neurologista Leandro Cruz, pessoas com transmissão abaixo da média acabam por abusar de doces e massas para se sentirem satisfeitas. Perceba que isso acontece com frequência em pessoas que declaram estar tristes o que está também ligado à transmissão ineficiente.
Essa relação existe porque, segundo a neurologista Ana Crippa, a serotonina é responsável pelo chamado estado de vigília quieta, directamente relacionado com a saciedade. Esse estado previne a fome e a actividade sexual.


Actividade sexual 

Embora muitos lhe chamem "neurotransmissor do prazer", em excesso, a serotonina atrapalha o desempenho sexual. Segundo o neurologista Leandro Cruz, essa relação acontece no hipotálamo. Quando há transmissão intensa, a líbido cai, chegando a interferir no orgasmo de ambos os sexos.
Essa relação acontece, por exemplo, quando um indivíduo toma antidepressivos, que melhoram a transmissão da serotonina no nosso cérebro e, logo, diminuem a líbido. A neurologista Dalva Poyares lembra que, muitas vezes, os antidepressivos são receitados aos pacientes com ejaculação precoce.


TPM  . Tensão Pré-Menstrual

Existe a hipótese de que os sintomas da TPM também estejam ligados à baixa transmissão de serotonina no nosso cérebro. Segundo o neurologista Roberto Godoy, além dos sintomas clássicos de irritação, existe, ainda, uma relação da serotonina com as cólicas. É ela a responsável por contracturas uterinas, ou seja, espasmos, que podem causar as indesejáveis cólicas e dores da TPM. "Entre as várias formas de se tratar a TPM, medicamentos que regularizam o nível de serotonina também podem ser usados", conclui.


A Dra. Gisela Savioli explica a serotonina






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